18/01/2018

Tudo que vai, volta.

"Se adiantasse aconselhar, eu diria o seguinte pra você: pense muito antes de praticar qualquer ato, antes de dizer qualquer palavra porque tudo volta e uma hora a gente paga cada centavo"
Além do Tempo

Muitos não acreditam na Lei do Retorno, onde tudo que vai, volta. Talvez seja medo. Talvez seja por não acreditar mesmo.

Antes dos acontecimentos de 2017, eu quase não pensava muito nisso. Não era algo que me fazia refletir. Mas depois... Fico me perguntando se não existe mesmo essa Lei. Se ela não traz a justiça que todos buscam.

Não sei bem porque estou falando isso com vocês aqui, já que não pretendo comentar maiores detalhes, mas fica aqui o questionamento: tudo que vai, volta? E se volta, em que proporção? Existe uma balança que confere se a justiça foi feita corretamente para ambos os lados?





16/01/2018

"Argh, esse bloqueio criativo!"


Tem gente que gosta de dizer que é só uma fase, que logo logo passa. Até mesmo nós, que sofremos com o bloqueio criativo sabemos que logo logo passa. Mas, ainda assim, é impossível não se sentir chateado com a situação.

Os dias vão passando, vão se passando semanas e meses e você não consegue fazer absolutamente nada. Talvez eu devesse ter feito esse post com uma solução, mas, infelizmente, não consigo encontrar uma forma de ajudar a vocês.

Nesse exato momento estou passando por um bloqueio criativo. Nada me inspira, tudo me desagrada. Foi por isso que resolvi fazer esse post que, talvez, daqui a algum tempo, seja apagado. Para expressar essa minha frustração com a minha mente, que não consegue se reorganizar para produzir conteúdo legal para vocês.

Eu devia ter bebido no Natal e no Ano Novo, ia poder usar isso como desculpa.

13/01/2018

Os personagens mais marcantes de 2017

Ano passado eu li pouco, muito abaixo da meta que havia proposto, de 50 livros, mas somente com os 31 lidos eu pude conhecer milhares de personagens marcantes e hoje irei mostrar para vocês quais foram os cinco personagens mais marcantes de 2017.


O primeiro deles é Jack, do livro Quarto (filme: O Quarto de Jack).



Para Jack, um esperto menino de 5 anos, o quarto é o único mundo que conhece. É onde ele nasceu e cresceu, e onde vive com sua mãe, enquanto eles aprendem, leem, comem, dormem e brincam. À noite, sua mãe o fecha em segurança no guarda-roupa, onde ele deve estar dormindo quando o velho Nick vem visitá-la. O quarto é a casa de Jack, mas, para sua mãe, é a prisão onde o velho Nick a mantém há sete anos. Com determinação, criatividade e um imenso amor maternal, a mãe criou ali uma vida para Jack. Mas ela sabe que isso não é suficiente, para nenhum dos dois. Então, ela elabora um ousado plano de fuga, que conta com a bravura de seu filho e com uma boa dose de sorte. O que ela não percebe, porém, é como está despreparada para fazer o plano funcionar.

A segunda personagem mais marcante de 2017 é Ada, de A Guerra Que Salvou A Minha Vida.


Ada tem dez anos (ao menos é o que ela acha). A menina nunca saiu de casa, para não envergonhar a mãe na frente dos outros. Da janela, vê o irmão brincar, correr, pular – coisas que qualquer criança sabe fazer. Qualquer criança que não tenha nascido com um “pé torto” como o seu. Trancada num apartamento, Ada cuida da casa e do irmão sozinha, além de ter que escapar dos maus-tratos diários que sofre da mãe. Ainda bem que há uma guerra se aproximando. Os possíveis bombardeios de Hitler são a oportunidade perfeita para Ada e o caçula Jamie deixarem Londres e partirem para o interior, em busca de uma vida melhor. Kimberly Brubaker Bradley consegue ir muito além do que se convencionou chamar “história de superação”. Seu livro é um registro emocional e historicamente preciso sobre a Segunda Guerra Mundial. E de como os grandes conflitos armados afetam a vida de milhões de inocentes, mesmo longe dos campos de batalha. No caso da pequena Ada, a guerra começou dentro de casa. Essa é uma das belas surpresas do livro: mostrar a guerra pelos olhos de uma menina, e não pelo ponto de vista de um soldado, que enfrenta a fome e a necessidade de abandonar seu lar. Assim como a protagonista, milhares de crianças precisaram deixar a família em Londres na esperança de escapar dos horrores dos bombardeios.
Em terceiro lugar, a personagem Florence do livro A Menina Que Não Sabia Ler. Apesar dos pesares, foi impossível não me afeiçoar a garota.

1891. Nova Inglaterra. Em uma distante e escura mansão, onde nada é o que parece, a pequena Florence é negligenciada pelo seu tutor e tio. Guardada como um brinquedo, a menina passa seus dias perambulando pelos corredores e inventando histórias que conta a si mesma, em uma rotina tediosa e desinteressante. Até que um dia Florence encontra a biblioteca proibida da mansão. E passa a devorar os livros em segredo. Mas existem mistérios naquela casa que jamais deveriam ser revelados. Quem eram seus pais? Por que Florence sonha sempre com uma misteriosa mulher ameaçando Giles, seu irmão caçula? O que esconde a Srta. Taylor? E por que o tio a proibiu de ler? Florence precisa reunir todas as pistas possíveis e encontrar respostas que ajudem a defender seu irmão e preservar sua paixão secreta pelos livros - únicos companheiros e confidentes - antes que alguém descubra quem ousou abrir as portas do mundo literário. Ou será que tudo isso não seria somente delírios de uma jovem com muita imaginação?

E como não poderia deixar de ser, o quarto personagem marcante de 2017 é Mike, do livro Ecos.


Ecos, da premiada escritora norte-americana Pam Muñoz Ryan, é uma fábula como há muito não se via – ou se ouvia. Um conto de fadas dark, que resgata o melhor da tradição dos irmãos Grimm, combinado com delicados momentos do século XX, como as duas grandes guerras e a Depressão econômica que assolou os Estados Unidos nos anos 1930. O resultado é uma fantasia histórica repleta de perigos e beleza, emoldurada pelo poder da música. A aventura começa cinquenta anos antes da Primeira Guerra Mundial — “a guerra para acabar com todas as guerras” —, quando o pequeno Otto se perde na Floresta Negra e encontra as três irmãs encantadas, prisioneiras de uma velha bruxa, que conhecia apenas das páginas de um livro, e acreditava ser apenas uma lenda. Como em um passe de mágica, as irmãs ajudam o garoto a encontrar o caminho de casa. E Otto promete libertá-las, levando o espírito das três dentro de uma inusitada gaita de boca. Ao longo dos anos, o instrumento chega à mão de novos donos: um menino que vê o sonho de se tornar músico interrompido pela ascensão do nazismo; um jovem pianista prodígio que vive num orfanato e luta para não ser separado do irmão caçula; uma filha de imigrantes mexicanos que cuidam de uma casa de japoneses enviados a um campo de concentração dentro dos Estados Unidos, durante a Segunda Guerra Mundial. Personagens com dramas diferentes, mas um amor transformador pela música. Cada um à sua maneira, eles são afetados pela magia das três irmãs. Assim como os leitores do livro em todos os países em que ECOS foi lançado. Prepare-se para também ser arrebatado e enfeitiçado por essa fábula harmônica.

E o quinto e último personagem marcante de 2017 é Anthony Fasano, de A Garota do Calendário - Março.

Mia Saunders precisa de dinheiro. Muito dinheiro. Ela tem um ano para pagar o agiota que está ameaçando a vida de seu pai por causa de uma dívida de jogo. Um milhão de dólares, para ser mais exato. A missão de Mia é simples: trabalhar como acompanhante de luxo na empresa de sua tia e pagar mensalmente a dívida. Um mês em uma nova cidade com um homem rico, com quem ela não precisa transar se não quiser? Dinheiro fácil. Parte do plano é manter o seu coração selado e os olhos na recompensa. Ao menos era assim que deveria ser... Mia vai passar o mês de março em Chicago com o empresário Anthony Fasano, que a contrata para fingir ser noiva dele. A princípio Mia não entende por que um homem tão lindo e másculo precisa de uma falsa noiva.

31/12/2017

Pequenas e Grandes Conquistas de 2017 | ESP. ANO NOVO #Vem2018

Passeando pela blogosfera a gente se depara com alguns posts e pensa: queria ter tido essa criatividade. Mas, quando a inspiração não surge, o que nos resta é pedir, educadamente, ao autor do post para você possa fazer um igual no seu blog. E foi exatamente assim que começou meu interesse em falar sobre minhas pequenas e grandes conquistas de 2017 porque tanta coisa me marcou esse ano que é impossível não anotar tudinho.
  • Fiz uma viagem sozinha. Sempre fui dessas que até pra ir na praça ia na companhia dos meus pais e fazer essa viagem sozinha, ainda que fosse para um lugar conhecido onde haviam pessoas conhecidas, foi o máximo. Eu nunca vou conseguir esquecer.
Vitória - ES

  • Comecei um trabalho novo em um ambiente novo. Aquele frio na barriga por estar em um lugar onde você não conhece quase ninguém, onde você não conhece muito do trabalho, mas, no final, acabou dando tudo certo e está sendo incrível!
  • Fiz outra viagem sozinha. Dizem que depois da primeira a gente vicia, não é mesmo? Pois bem, dessa vez fui até Aparecida em São Paulo pra visitar aquele Santuário maravilhoso de Nossa Senhora Aparecida. ♥
É óbvio que eu não podia deixar de andar no teleférico, né?

  • Os dias ruins pareceram não acabar. Em 2017 eu quase perdi duas pessoas super importantes pra mim, minha avó e meu tio. Foram dias terríveis que pareciam realmente nunca terminar. Não posso dizer que eles acabaram completamente, mas está bem melhor do que antes e muito mais fácil de respirar.
  • Fiz novos amigos. Isso é super importante porque foram essas pessoas que me ajudaram nesse conturbado 2017. Elas me deram força pra não desabar porque, é sério, eu pensei que não poderia suportar por diversas vezes. Meus amigos de 2017 foram um balsamo pra mim, devo meu 2017 a eles.
E agora, a coisa mais incrível que já me aconteceu na vida.

  • Eu aprendi a gostar de mim do jeitinho que eu sou. Durante muito tempo quis mudar quem eu era, quis viver dentro dos "padrões da beleza", mas quais são os padrões da beleza? Eu me assumi, assumi minha raiz, assumi minha identidade e, cara, eu tô muito in love.
Liberte-se e ame-se. ♥

{ideia retirada, com autorização, do Próxima Primavera}

28/12/2017

LIVROS QUE VOU LER EM JANEIRO 2018 | ESP. ANO NOVO #Vem2018

Hoje eu lhes mostrarei quais serão os livros que pretendo ler em janeiro. No mês de janeiro teremos a querida Maratona Literária de Verão e antes mesmo de todos os desafios saírem eu já lhes apresento a minha humilde lista de 8 (oito) livros.


1. Tartarugas até lá embaixo;
2. A Lógica Inexplicável da Minha Vida;
3. O Livro dos Títulos;
4. Saco de Ossos;
5. Pax;
6. Entre Irmãs;
7. A Longa Viagem A Um Pequeno Planeta Hostil;
8. O Menino do Vagão

23/12/2017

Resenha: Tudo e todas as coisas

Se eu disser que estava super ansiosa para ler esse livro, podem saber que é mentira. Eu queria conhecê-lo sim, se possível, mas ele não fazia parte da lista de prioridades. Apesar disso, resolvi adquiri-lo na Black Friday porque o preço estava ótimo.

Ao iniciar, acreditei que ele entraria para a lista dos melhores do ano tamanha a facilidade com que a leitura fluía. Infelizmente isso não aconteceu. Apreciei, mas não posso dizer que fui surpreendida.

Madeline Whittier possui uma doença raríssima da qual a impossibilita de sair de casa. Basicamente falando {e copiando descaradamente da sinopse} ela tem alergia do mundo. Sua casa possui tudo o que ela pode precisar para continuar vivendo, além de alguns lazeres que ela aprecia: tecnologia e livros.

Sua vida começa a mudar após a chegada do novo vizinho, Olly, que logo torna-se amigo através das redes sociais. E, é claro, a partir da amizade surge também o romance. Madeline sempre acreditou que possuía tudo que necessitava, mas, com a chegada de Olly, ela vai descobrir que precisa de muito mais.

21/12/2017

OS MELHORES DO ANO | RETROSPECTIVA 2017


Hey, leitores!
No post de hoje eu vou mostrar a vocês quais foram os melhores do ano, os melhores livros, os melhores filmes, os melhores seriados e, é claro, as melhores músicas ♥ Espero demais que gostem do post e não se esqueçam de comentar no final #vem2018 #adeusanovelho #felizanonovo

melhores músicas | 2017 #spotify

melhores livros | físico & e-book


Ecos, da premiada escritora norte-americana Pam Muñoz Ryan, é uma fábula como há muito não se via – ou se ouvia. Um conto de fadas dark, que resgata o melhor da tradição dos irmãos Grimm, combinado com delicados momentos do século XX, como as duas grandes guerras e a Depressão econômica que assolou os Estados Unidos nos anos 1930. O resultado é uma fantasia histórica repleta de perigos e beleza, emoldurada pelo poder da música. A aventura começa cinquenta anos antes da Primeira Guerra Mundial — “a guerra para acabar com todas as guerras” —, quando o pequeno Otto se perde na Floresta Negra e encontra as três irmãs encantadas, prisioneiras de uma velha bruxa, que conhecia apenas das páginas de um livro, e acreditava ser apenas uma lenda. Como em um passe de mágica, as irmãs ajudam o garoto a encontrar o caminho de casa. E Otto promete libertá-las, levando o espírito das três dentro de uma inusitada gaita de boca. Ao longo dos anos, o instrumento chega à mão de novos donos: um menino que vê o sonho de se tornar músico interrompido pela ascensão do nazismo; um jovem pianista prodígio que vive num orfanato e luta para não ser separado do irmão caçula; uma filha de imigrantes mexicanos que cuidam de uma casa de japoneses enviados a um campo de concentração dentro dos Estados Unidos, durante a Segunda Guerra Mundial. Personagens com dramas diferentes, mas um amor transformador pela música. Cada um à sua maneira, eles são afetados pela magia das três irmãs. Assim como os leitores do livro em todos os países em que ECOS foi lançado. Prepare-se para também ser arrebatado e enfeitiçado por essa fábula harmônica.




Ada tem dez anos (ao menos é o que ela acha). A menina nunca saiu de casa, para não envergonhar a mãe na frente dos outros. Da janela, vê o irmão brincar, correr, pular – coisas que qualquer criança sabe fazer. Qualquer criança que não tenha nascido com um “pé torto” como o seu. Trancada num apartamento, Ada cuida da casa e do irmão sozinha, além de ter que escapar dos maus-tratos diários que sofre da mãe. Ainda bem que há uma guerra se aproximando. Os possíveis bombardeios de Hitler são a oportunidade perfeita para Ada e o caçula Jamie deixarem Londres e partirem para o interior, em busca de uma vida melhor. Kimberly Brubaker Bradley consegue ir muito além do que se convencionou chamar “história de superação”. Seu livro é um registro emocional e historicamente preciso sobre a Segunda Guerra Mundial. E de como os grandes conflitos armados afetam a vida de milhões de inocentes, mesmo longe dos campos de batalha. No caso da pequena Ada, a guerra começou dentro de casa. Essa é uma das belas surpresas do livro: mostrar a guerra pelos olhos de uma menina, e não pelo ponto de vista de um soldado, que enfrenta a fome e a necessidade de abandonar seu lar. Assim como a protagonista, milhares de crianças precisaram deixar a família em Londres na esperança de escapar dos horrores dos bombardeios. Vencedor do Newbery Honor Award, primeiro lugar na lista do New York Times e adotado em diversas escolas nos Estados Unidos.



Para Jack, um esperto menino de 5 anos, o quarto é o único mundo que conhece. É onde ele nasceu e cresceu, e onde vive com sua mãe, enquanto eles aprendem, leem, comem, dormem e brincam. À noite, sua mãe o fecha em segurança no guarda-roupa, onde ele deve estar dormindo quando o velho Nick vem visitá-la. O quarto é a casa de Jack, mas, para sua mãe, é a prisão onde o velho Nick a mantém há sete anos. Com determinação, criatividade e um imenso amor maternal, a mãe criou ali uma vida para Jack. Mas ela sabe que isso não é suficiente, para nenhum dos dois. Então, ela elabora um ousado plano de fuga, que conta com a bravura de seu filho e com uma boa dose de sorte. O que ela não percebe, porém, é como está despreparada para fazer o plano funcionar.



Mia Saunders precisa de dinheiro. Muito dinheiro. Ela tem um ano para pagar o agiota que está ameaçando a vida de seu pai por causa de uma dívida de jogo. Um milhão de dólares, para ser mais exato. A missão de Mia é simples: trabalhar como acompanhante de luxo na empresa de sua tia e pagar mensalmente a dívida. Um mês em uma nova cidade com um homem rico, com quem ela não precisa transar se não quiser? Dinheiro fácil. Parte do plano é manter o seu coração selado e os olhos na recompensa. Ao menos era assim que deveria ser... Mia vai passar o mês de março em Chicago com o empresário Anthony Fasano, que a contrata para fingir ser noiva dele. A princípio Mia não entende por que um homem tão lindo e másculo precisa de uma falsa noiva.


melhores seriados | #netflix

Lie To Me

Quando você coça o queixo, torce as mãos ou mexe o nariz, o Dr. Cal Lightman (Tim Roth) sabe que você está mentindo. Ele não apenas imagina, ele sabe. Sua incrível capacidade de observação o fez se tornar o maior especialista em identificar enganações do país. Um detector de mentiras ambulante, Cal descobre os maiores segredos e desvenda os casos mais complicados para o FBI, corporações e indivíduos privados.
Degrassi: Next Class

A nova roupagem da série de sucesso traz discussões renovadas de temas importantes para adolescentes, como: homofobia, racismo, vícios, sexualidade e desilusões amorosas, famílias disfuncionais e doenças mentais.

melhores filmes | #netflix

Universidade Monstros


Mike Wazowski (Billy Crystal) e James P. Sullivan (John Goodman) são uma dupla inseparável em Monstros S.A., mas nem sempre foi assim. Quando se conheceram na universidade, os dois jovens monstros se detestavam, com Mike sendo um sujeito estudioso, mas não muito assustador, e Sulley surgindo como o cara popular e arrogante, graças ao talento inerente para o susto. Após um incidente durante um teste, os dois são obrigados a participar da mesma equipe na Olimpíada dos Sustos. A equipe, por sinal, é formada por uma série de monstros desajustados, para o desespero de Sulley, acostumado a conviver com os caras mais populares da escola.

Minha Mãe É Uma Peça 2


Dona Hermínia (Paulo Gustavo) está de volta, desta vez rica, pois passou a apresentar um bem-sucedido programa de TV. Porém, a personagem superprotetora vai ter que lidar com o ninho vazio, afinal Juliano (Rodrigo Pandolfo) e Marcelina (Mariana Xavier) resolvem criar asas e sair de casa. Para balancear, Garib (Bruno Bebianno), o primogênito, chega com o neto. E ela também vai receber uma longa visitinha da irmã Lucia Helena (Patricya Travassos), a ovelha negra da família, que mora há anos em Nova York.